Psicólogo online com foco em racismo, diversidade e identidade

Atendimento psicológico para pessoas que buscam uma escuta clínica atenta às vivências de raça, gênero, sexualidade, pertencimento e aos impactos emocionais das relações sociais.

Psicoterapia para pensar identidade, vínculos e formas possíveis de existir

  • Atendimento psicológico com foco em racismo, diversidade e identidade
  • Escuta clínica atenta às vivências de pessoas negras
  • Atuação sensível às experiências LGBTQIAPN+
  • Psicoterapia orientada pela Gestalt-Terapia
  • Pós-graduando em Psicologia Clínica com ênfase em Gestalt-Terapia
  • Formação em Plantão Psicológico com a população LGBTQIA+
  • Experiência em estudos sobre relações étnico-raciais, gênero, sexualidade e socioeducação

O primeiro contato pode ser usado para tirar dúvidas sobre o atendimento, valores, horários e formato das sessões.

Psicólogo Online Márcio de Oliveira Santos em Rio de Janeiro Ilustração decorativa de chá no cabeçalho do perfil

Como posso te acompanhar

Cada pessoa chega com uma história. Estes são alguns dos temas que podem aparecer no atendimento - mas o primeiro passo é sempre entender o que você precisa agora.

Apoio psicológico para diversidade e racismo

Um espaço para falar sobre vivências atravessadas por racismo, discriminação, identidade, gênero, sexualidade e pertencimento, sem separar sua vida emocional do contexto em que ela acontece.

  • Vivências de racismo e discriminação ✓
  • Questões de identidade racial e pertencimento ✓
  • Experiências LGBTQIAPN+ e diversidade ✓
  • Impactos emocionais de preconceito, exclusão ou silenciamento ✓

Identidade, vínculos e pertencimento

Um acompanhamento para olhar com mais calma para a forma como você se percebe, se relaciona e constrói sentido para sua história, seus afetos e seus lugares no mundo.

  • Relação consigo, autoestima e reconhecimento de si ✓
  • Conflitos familiares, afetivos ou sociais ✓
  • Sensação de não pertencimento ou invisibilidade ✓
  • Limites, vínculos e formas de proteção emocional ✓

Gestalt-Terapia

A Gestalt-Terapia orienta minha escuta clínica, com atenção ao momento presente, ao contato, aos vínculos e ao modo como cada pessoa vive e organiza suas experiências.

  • Atenção aos sentimentos, necessidades e limites ✓
  • Compreensão da pessoa em sua totalidade ✓
  • Relação terapêutica construída com presença e escuta ✓
  • Processo clínico sem reduzir a pessoa a um sintoma ✓

Sobre mim

Olá, sou Márcio de Oliveira Santos, psicólogo, CRP 05/83724. Minha atuação clínica é voltada ao cuidado emocional de pessoas que desejam compreender melhor suas experiências, suas relações e os atravessamentos sociais que fazem parte da própria história.

Trabalho com atenção especial às vivências de racismo, negritude, diversidade, gênero, sexualidade e identidade. Na psicoterapia, essas dimensões não são tratadas como detalhes externos à vida emocional. Elas podem atravessar o modo como uma pessoa se percebe, se protege, se relaciona, ocupa espaços, constrói pertencimento e lida com dores que muitas vezes não são apenas individuais.

Minha prática é orientada pela Gestalt-Terapia, abordagem que valoriza o momento presente, o contato, a relação terapêutica e a compreensão da pessoa em sua totalidade. A partir desse olhar, o processo terapêutico pode ajudar a observar sentimentos, necessidades, limites, vínculos e formas de existir que foram sendo construídas ao longo da vida.

Minha trajetória inclui participação em grupos de estudo, pesquisa e intervenções relacionadas a temáticas étnico-raciais, sexualidade, gênero e socioeducação. Também realizei formação em Plantão Psicológico com a população LGBTQIA+ e sigo em formação contínua em Gestalt-Terapia. Atualmente, sou pós-graduando em Psicologia Clínica com ênfase em Gestalt-Terapia.

A psicoterapia pode ser um espaço para elaborar experiências de sofrimento sem desconsiderar o contexto em que elas acontecem. Para pessoas negras, pessoas LGBTQIAPN+ e outras pessoas atravessadas por experiências de discriminação, exclusão ou silenciamento, uma escuta sensível a essas questões pode contribuir para que a própria história seja olhada com mais cuidado, complexidade e responsabilidade.

Se fizer sentido para você, podemos conversar sobre o funcionamento do atendimento e sobre como esse espaço pode acolher suas questões sem reduzir sua experiência a um rótulo, diagnóstico ou explicação única.

Márcio de Oliveira Santos

CRP 05/83724

Formação acadêmica e profissional

Minha formação reúne a graduação em Psicologia, a pós-graduação em andamento em Psicologia Clínica com ênfase em Gestalt-Terapia e estudos complementares voltados à prática clínica. Esse percurso inclui capacitação em Plantão Psicológico com a população LGBTQIA+ e formação prática em manejos e intervenções na Gestalt-Terapia.

Essa trajetória sustenta uma escuta clínica atenta à singularidade de cada pessoa, aos vínculos, ao momento presente e aos atravessamentos de raça, gênero, sexualidade, pertencimento e diversidade.

2025 (Em andamento)

Pós-graduação em Psicologia Clínica com ênfase em Gestalt-Terapia

Centro Universitário Celso Lisboa

2020 - 2025 (Concluído)
2023 - 2023 (Concluído)

Outro em Plantão Psicológico com a População LGBTQIA+

Instituto Fratelli

Minicurso de capacitação para o cuidado de forma ampliada e acolhedora aos atravessamentos enfrentados pela população LGBTQIA+.
2023 - 2023 (Concluído)

Outro em Manejos clínicos e Intervenções na Gestalt-Terapia

Espaço Encontro do Ser

Workshop imersivo e prático sobre intervenções, práticas e técnicas da Gestalt-Terapia aplicadas à psicoterapia.

Dúvidas frequentes

Algumas perguntas ajudam a entender melhor como penso o atendimento psicológico e como temas como racismo, diversidade, identidade, gênero e sexualidade podem aparecer no processo terapêutico. As respostas abaixo têm finalidade informativa e não substituem uma conversa clínica individual.

Márcio Santos atua com foco em diversidade, racismo, identidade, gênero, sexualidade, pertencimento e saúde mental. A proposta é oferecer uma escuta clínica que considere tanto a história pessoal quanto os atravessamentos sociais presentes na vida de cada pessoa.

Significa reconhecer que experiências de racismo podem afetar autoestima, vínculos, sensação de segurança, pertencimento e saúde mental. Na psicoterapia, essas vivências podem ser acolhidas sem serem tratadas como uma fragilidade individual ou como algo separado do contexto social da pessoa.

Não. A atuação de Márcio Santos tem atenção especial às vivências de pessoas negras e aos impactos emocionais do racismo, mas o atendimento pode fazer sentido para diferentes pessoas que buscam uma escuta sensível à diversidade, à identidade e aos contextos sociais.

Sim. Márcio Santos possui formação relacionada ao plantão psicológico com a população LGBTQIA+ e apresenta uma clínica atenta a gênero, sexualidade, orientação sexual, pertencimento e formas de expressão de si, sem patologizar essas experiências.

Essas questões podem aparecer em conflitos familiares, relações afetivas, autoestima, medo de julgamento, sensação de isolamento, experiências de rejeição, dificuldade de ocupar espaços ou necessidade de elaborar vivências de discriminação. Cada processo é compreendido a partir da história de quem procura atendimento.

Márcio Santos orienta sua prática pela Gestalt-Terapia. Essa abordagem valoriza o momento presente, o contato, a relação terapêutica e a compreensão da pessoa em sua totalidade.

A Gestalt-Terapia permite olhar para a experiência concreta da pessoa, incluindo sentimentos, vínculos, formas de se proteger, modos de contato e contextos de vida. No trabalho de Márcio Santos, essa escuta é articulada às vivências de raça, gênero, sexualidade, identidade e pertencimento.

A psicoterapia não deve ser reduzida a diagnóstico. O acompanhamento considera a história, o contexto e a experiência singular de cada pessoa. Quando houver necessidade de avaliação específica, isso deve ser conduzido no contexto profissional adequado.

Neste contexto, letramento racial envolve reconhecer que o racismo produz efeitos nas relações, nas oportunidades, na autoestima, na segurança emocional e na forma como uma pessoa é vista socialmente. Na clínica, isso ajuda a evitar interpretações que individualizam sofrimentos atravessados por violências sociais.

O primeiro contato pode ser usado para tirar dúvidas sobre formato do atendimento, horários, valores e próximos passos. Esse contato não substitui uma sessão de psicoterapia, mas ajuda a entender se o atendimento oferecido faz sentido para a pessoa que busca acompanhamento.

Se você estiver passando por uma crise suicida, você pode entrar em contato com o CVV (Centro de Valorização da Vida) pelo telefone 188, com atendimento gratuito 24 horas, ou pelo site cvv.org.br. Em situações de emergência, procure o hospital mais próximo. Havendo risco de morte, ligue para o SAMU pelo número 192.